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Doutores de Esperança recebem novos voluntários

O grupo de humanização hospitalar "Viver de Rir - Doutores de Esperança", projeto da ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais), promoveu na noite do último sábado uma cerimônia de formatura para os 100 voluntários da 6ª turma. O encontro aconteceu na Igreja Adventista do Sétimo Dia, em Volta Redonda. O projeto, que começou com dois trios de voluntários, hoje reúne mais de 150 pessoas.

Treinos intensos, palestra sobre ética no voluntariado, capacitações diversas sobre conduta hospitalar e biosegurança, iniciação a palhaçaria, personagem, make up e fugurino, visitas em hospitais e asilos. Não é fácil ser um Doutor de Esperança. Para ser um voluntário do grupo, é preciso ter muita força de vontade e amor ao próximo, pois os trabalhos são realizados aos sábados e domingos. Os Doutores de Esperança já estão conhecidos na região Sul Fluminense por "especialistas em despertar sorrisos e emoções", além de colaborarem na recuperação dos pacientes.

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O mais novo integrante da trupe, Bruno Alves Santana, contou que conheceu o grupo durante uma conversa informal com um amigo que era líder de uma igreja. “Eu achei aquilo tão fantástico, tão diferente. Isso fazia muita diferença na vida destas pessoas e tocou fundo no meu coração e eu parei para refletir no que estava fazendo e os planos para a família. Percebi que tenho condições de fazer algo a mais pelo meu próximo”, destacou.

De acordo com o filantropo, essa experiência o deixou mais compreensivo, mais humano, sereno, leve e tem feito um bem tremendo. “Estamos muito felizes eu e minha esposa, pois já fizemos nossa primeira visita a um hospital e realmente o projeto atende a tudo aquilo que almejávamos em poder fazer o bem. Saímos muito transformados dali, nos doamos bastante e recebemos muito também. Este contato, o ambiente da humanização e as pessoas que atuam no projeto tem me feito crescer muito não apenas como clown, mas principalmente como pessoa. Agora estou participando de algumas oficinas para me capacitar a fazer mais e melhor cada vez mais para aquelas pessoas que tanto precisam”, ressaltou.

Ainda segundo Bruno, o objetivo é conseguir enxergar a alma da pessoa através dos olhos e levá-la nem que seja por um momento daquela realidade para que ela se sinta bem e sinta prazer por estar viva. "E isso consequentemente vai nos trazer prazer e felicidade recíproca em conseguir fazer este bem a elas. Hoje eu estou muito feliz neste projeto e pretendo trazê-lo também para Resende e assim espalhar essa mania de fazer o bem ao próximo”, finaliza Bruno.

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Notícia publicada em: http://www.jornalponto.com